Hoje aprendi as leis
Tudo muito positivo
Mas nos olhos do mestre vi esperança
Em silêncio o mestre dizia
Seja a balança, mas não vende os olhos
E tudo ficou mais cristalino
As leis pulsaram vida
E a norma passou a não ser mais posta
Passou a ser companheira de valor inestimável
E olhos do mestre mais uma vez falaram
Neles o valor da vida, de ser humano
E agora não era mais só um mestre
Era um Mestre Amigo
ps.: Minha homenagem a tantos mestres, mas em especial a Isabel Freitas
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
O que eu não sou
Diga você quem sou
E que diferença isso faz?
Não sou nenhum tipo homogêneo
Mas não tão diferente de você
Não tenho os mesmos sonhos e medos
Apenas meus pesadelos são iguais aos seus
Mas mudo a cada alvorecer
Vivo a intensidade do sim
Não padeço aos encantos do não
Obstinadamente tento alcançar o profundo da alma
Olho através da vida a estrada longe de ti
Sou tudo que espero de mim
E não sou espelho para você
Não sou duvida, nem certeza
Não sou meios, nem fins
Não sou apenas corpo ou mente
Mas sou parceiro do tempo
Eterno amante da vida
“Sou cronópio”
E que diferença isso faz?
Não sou nenhum tipo homogêneo
Mas não tão diferente de você
Não tenho os mesmos sonhos e medos
Apenas meus pesadelos são iguais aos seus
Mas mudo a cada alvorecer
Vivo a intensidade do sim
Não padeço aos encantos do não
Obstinadamente tento alcançar o profundo da alma
Olho através da vida a estrada longe de ti
Sou tudo que espero de mim
E não sou espelho para você
Não sou duvida, nem certeza
Não sou meios, nem fins
Não sou apenas corpo ou mente
Mas sou parceiro do tempo
Eterno amante da vida
“Sou cronópio”
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
A MUSA

Eu não sei o que seria de mim sem sua presença
Nem sei se eu seria presente em algum lugar
Sei apenas que o universo conspirou
Em meus sonhos tua imagem já existia
E nesse plano tudo se transformou ao encontrar teu olhar
Foram choques
Foram luzes
Não foi nada disso
Foi você
Bela
Branca
Cálida
Ana
E agora suspiro e não consigo se quer deixar de ti escrever
Poemas, versos, canções
Tudo entrelaçado, conectado
Um emaranhado de laços
Laços que não se desfazem
E agora sou matreiro
Sou menino
Sou seu súdito.
Nem sei se eu seria presente em algum lugar
Sei apenas que o universo conspirou
Em meus sonhos tua imagem já existia
E nesse plano tudo se transformou ao encontrar teu olhar
Foram choques
Foram luzes
Não foi nada disso
Foi você
Bela
Branca
Cálida
Ana
E agora suspiro e não consigo se quer deixar de ti escrever
Poemas, versos, canções
Tudo entrelaçado, conectado
Um emaranhado de laços
Laços que não se desfazem
E agora sou matreiro
Sou menino
Sou seu súdito.
sábado, 21 de novembro de 2009
Conexão...
Laços são fios que conectam almas
Conectam a pureza no homem
Desarmam, derrubam armaduras
Nos deixa livres do medo do outro
Faz-nos crer que na beleza do olhar
E tudo fica furta cor
Porque os laços nos entregam a vida
Permite-nos amar sem nada pedir
Mas espera a troca múltipla e única
Fortificando a teia de sua conexão
Conectam a pureza no homem
Desarmam, derrubam armaduras
Nos deixa livres do medo do outro
Faz-nos crer que na beleza do olhar
E tudo fica furta cor
Porque os laços nos entregam a vida
Permite-nos amar sem nada pedir
Mas espera a troca múltipla e única
Fortificando a teia de sua conexão
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Encontar e perder
Queria encontrar em você toda razão do meu ser
Queria perder em você, tudo que nunca quis de mim
Encontrar-me e perder-se
Na verdade nem achar nem perder
Simples ficar parado a tua espera
Livra-me de minhas mascaras
Olhar no teu olhar
Vesti-me de teu corpo
Despi-me do medo
Amar-te até o por do sol
Fazer com que as ondas batam em meus pés
Liberta-me da ultimas noites que passará sem ti
E agora morrer de amor
E não pensar que você se fora
E que esse sol um dia foi frio
E ressuscitar nos braços que só deveriam ser meus
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O silêncio do som
Em meio ao silêncio surgiu você
Silêncio que se quebrou sem voz
Silêncio que marcou pela troca
Silêncio que não deveria acabar
Logo surgiu o som
Som que multiplicou o querer
Som que fez promessas de ser eterno
Som em meio aos suspiros e sorrisos
Som que não nos deixou partir
Mas agora é o som que prolatou mentiras
Som que confundiu o sentimento
Som que mudou o momento
Som de dor, que criou o muro
As lamurias mostrou o medo
Som que de tão exaltado ensurdeceu o coração
E surdos voltamos ao silêncio
Agora um silêncio de angustias
Silêncio sem respostas ou promessas
Silêncio da solidão
Fundiu, quebrou, arrebatou
Um silêncio, uma surdez, um desencontro.
Silêncio que se quebrou sem voz
Silêncio que marcou pela troca
Silêncio que não deveria acabar
Logo surgiu o som
Som que multiplicou o querer
Som que fez promessas de ser eterno
Som em meio aos suspiros e sorrisos
Som que não nos deixou partir
Mas agora é o som que prolatou mentiras
Som que confundiu o sentimento
Som que mudou o momento
Som de dor, que criou o muro
As lamurias mostrou o medo
Som que de tão exaltado ensurdeceu o coração
E surdos voltamos ao silêncio
Agora um silêncio de angustias
Silêncio sem respostas ou promessas
Silêncio da solidão
Fundiu, quebrou, arrebatou
Um silêncio, uma surdez, um desencontro.
Julgado coração
Iniciei minhas ações sem temer as sanções
E tudo virou um processo’
Brinquei com o coração
Recebi minha sentença
Sucumbi
Apelei em todos os graus
Embarguei todos os seus motivos
E tudo foi improcedente
Recorri a nós
E tudo transitou
Julgado foi o amor
Executado foi à perda
E preso estou na solidão
E tudo virou um processo’
Brinquei com o coração
Recebi minha sentença
Sucumbi
Apelei em todos os graus
Embarguei todos os seus motivos
E tudo foi improcedente
Recorri a nós
E tudo transitou
Julgado foi o amor
Executado foi à perda
E preso estou na solidão
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